SOBRE O CINEB

 

O CINEB é um circuito itinerante de cinema realizado pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e pela Brazucah Produções. Desde 2007, já atingiu um público superior a 60 mil espectadores em mais de 480 sessões gratuitas realizadas em comunidades e universidades de São Paulo. A iniciativa busca democratizar o acesso ao cinema nacional e divulgar os filmes produzidos no Brasil. Já foram exibidos na tela do CINEB mais de 116 longas metragens e 73 curtas metragens, além da realização de pré-estreias exclusivas.

Em 2018, o CINEB passou a ser CineB Solar, unindo o trabalho sociocultural com a questão ambiental. O CineB Solar conta com um sistema de captação de energia do Sol numa van adaptada com painéis fotovoltaicos e baterias que carregam a energia que vai ser utiliza durante toda a exibição do filme, substituindo a energia elétrica pela solar. O veículo conta com uma estação de ciências que é utilizada para explicar ao público o processo de transformação da energia do sol em energia elétrica. O CineB Solar é um projeto desenvolvido pela Brazucah Produções, parceira do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região no CineB, a partir do Cinesolar, o primeiro cinema itinerante do Brasil movido a energia limpa e renovável e circula pelo Brasil desde 2010.

Desde 2007, o público acumulado do CINEB foi de mais de 60 mil espectadores em mais de 480 exibições.

Despertar o interesse pelo cinema nacional é a proposta deste circuito, realizado pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e produzido pela Brazucah Produções. “Acreditamos na arte como transformadora da sociedade”, ressalta a presidenta do Sindicato, Ivone Silva. “E o trabalhador tem direito ao acesso ao lazer e à cultura”, comenta ela, que é uma das idealizadoras do  CINEB.

Cidálio Vieira Santos, coordenador do CineB e Ivone Silva, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

Voltado principalmente à parcela da população que não tem acesso às salas comerciais, o projeto recebe o convite das comunidades para realizar as exibições. Além de formar plateia, procura democratizar o acesso a diferentes formatos. “Se já é difícil achar os longa metragens nacionais, mais difícil ainda é encontrar os curtas-metragens. Se a comunidade tem pouco acesso ao cinema comercial, o que dizer dos festivais, onde é mais comum a exibição dos filmes de curta duração”, questiona Cynthia Alario, diretora da Brazucah Produções.

Mais de 180 títulos de curtas e longas metragens foram exibidos no CINEB.

“Quando voltamos a uma comunidade alguns meses depois com o CINE B, o público é sempre maior que o anterior”, comenta o ex-deputado estadual e um dos idealizadores do projeto, Luiz Cláudio Marcolino. “Isso mostra que o público gosta e confia no CINE B, e cada vez mais novos espectadores tem contato com a cultura brasileira”, completa Marcolino, que também é ex-presidente do Sindicato dos Bancários.

CINEB COMUNIDADE

São cerca de 45 sessões por ano, organizadas em espaços públicos como parques, praças, quadras poliesportivas, ruas e vielas além de entidades da sociedade civil, salões paroquiais, igrejas, condomínios, creches, escolas municipais e estaduais. O CineB oferece toda a estrutura como telão com projeto de alta qualidade, equipamento de som, cadeiras e pipoca para que a comunidade tenha a experiência de uma verdadeira sala de cinema.

CINEB Comunidade: no alto, na EE Irmã Chalita, Grajaú e na quadra ao ar livre no Rio Pequeno, Zona Oeste; no meio, debate na Associação dos Amigo da Água Funda, com a presença do diretor de “Pequeno Segredo”, David Schurmann e na Paróquia Nossa Senhora da Paz, em Itaquera; abaixo sessão na ONG Procedu, Zona Leste, e debate na EE Herbert Bauldus, Zona Sul, com diretor Beto Brant.

CINEB UNIVERSIDADE

Além das exibições comunitárias, o projeto também realiza sessões gratuitas em faculdades e universidades parceiras do CineB. A ideia é utilizar a estrutura que as instituições possuem, como auditórios equipados com projetor digital e som, e transformar esses locais em salas de exibição. Nos 10 anos de projeto foram mais de 63 sessões para aproximadamente 9 mil alunos e professores.

CINEB Universidade: no alto, debate na FIAM/FAAM Vergueiro com diretor Fábio Nunez e sessão na UniSant’Anna; abaixo, Anhanguera Campo Limpo e Anhanguera Vergueiro.

 SELO CINEB DO CINEMA BRASILEIRO

Além das exibições de longas-metragens, também exibimos curtas-metragens em todas as sessões. Como o curta é difícil de encontras e as pessoas manifestavam interesse de ter uma cópia, o projeto criou o SELO CINEB DO CINEMA BRASILEIRO, uma coletânea anual com os curtas preferidos do público. Cada título de DVD é oferecido mediante contribuição voluntária e a sua renda é revertida para os diretores dos filmes e também para as comunidades. Já são 4 DVDs  com 4 ou 5 curtas cada um, que agrada toda a família. Veja AQUI os filmes participantes!

 PRÊMIO CINEB DO CINEMA BRASILEIRO

Desde 2009, o CINEB presta uma homenagem aos filmes que foram exibidos e também às comunidades que receberam e apoiaram as sessões do projeto. Diretores, atores, produtores e lideranças comunitárias participam de uma festa de premiação, em que todos recebem o troféu CINEB  DO CINEMA BRASILEIRO.

Prêmio CINEB: No alto, Cynthia Alario (Brazucah), Marcelo Gonçalves (Diretor de Cultura do Sindicato), Kleber Mendonça (cineasta), Cidálio Vieira (CINEB), Ivone Silva (Presidenta do Sindicato) e Ailton Graça (ator); na sequência, Caio Blat; Negra Li; Lucélia Santos e Gorete Milagres; Falcão, DJ Taíde; e Caco Ciocler.

 

EQUIPE DO CINEB

Cidálio Vieira Santos (coordenador do CINEB) – Formado em Administração de Recursos Humanos, foi  coordenador de projetos socioculturais nas cidades de São Paulo e Santos. Desde 2006 é integrante da equipe de projetos da Brazucah Produções. Atualmente, além do Cine B, coordena as iniciativas do Cinesolar, o primeiro cinema móvel solar do Brasil, e Cine Comunidade, um circuito itinerante de filmes brasileiros que percorre, sobretudo, periferias da capital, região metropolitana e interior de São Paulo.

 

 Cynthia Alario (sócia-fundadora da Brazucah) – Formada em comunicação social pela USP, especializou-se em Filmand Television Business na FGV-SP e em Educomunicação na USP. O seu TCC de curso desenvolveu o mapa da exclusão cinematográfica paulista e ministrou inúmeros workshops em universidades brasileiros e latino-americanas.

Marco Costa (coord. do CINE B nas Universidades) – Sócio da Brazucah, formado em Publicidade pela USP, especializou-se em planejamento pela ESPM e foi planner digital na agência Clicklsobar.

 

Carlos Rizzo (jornalista do CINEB) –  Formado em jornalismo pela Metodista (Umesp), tem especialização em cultura e comunicação pela ECA/USP e MBA em comunicação e marketing pela Esalq/USP. Trabalha como jornalista do CINE B e repórter deste blog desde junho de 2015.

3 comments

  1. Hj tive o privilégio de participar do projeto Cine B.
    Além do reencontro com querido amigo de muitos anos atrás onde militavamos no sindicato dos bancários.
    Ver o projeto Cine B dar certo é entender a importância da arte fazendo o papel de transformação social, considerando o Cine B, como teatro do oprimido de Augusto Bual onde a a arte e mecanismo importante de diálogo para uma sociedade mais justa.

  2. Quinta -feira dia 12 de setembro de 2019,tive o privilegio de prestigiar com toda a E.Maria Cecilia Grohmann o filme :Que horas ela volta?
    Agradeço imensamente a oportunidade de poder compartilhar momentos de cultura e acesso ha momentos de lazer prazeroso.
    Ver varias pessoas agradecendo a oportunidade de assistir e poder assim dedicar algumas horas para um bem estar pessoal é de suma importancia para uma sociedade mais justa e fraterna.
    Obrigada aos parceiros de um projeto de democratizaçao da cultura.
    Espero que possamos ter outras visitas.

  3. fiz uma curta em 2005 referente as 22 anos que estive no Carandiru, gostaria de ter uma avaliaçao do senhores……

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