SOBRE O CINEB

O CINEB é um circuito itinerante de cinema realizado pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e pela Brazucah Produções. Desde 2007, já atingiu um público superior a 60 mil espectadores em mais de 480 sessões gratuitas realizadas em comunidades e universidades de São Paulo. A iniciativa busca democratizar o acesso ao cinema nacional e divulgar os filmes produzidos no Brasil. Já foram exibidos na tela do CINEB mais de 116 longas metragens e 73 curtas metragens, além da realização de pré-estreias exclusivas.

Desde 2007, o público acumulado do CINEB foi de mais de 60 mil espectadores em mais de 480 exibições.

Despertar o interesse pelo cinema nacional é a proposta deste circuito, realizado pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e produzido pela Brazucah Produções. “Acreditamos na arte como transformadora da sociedade”, ressalta a presidenta do Sindicato, Ivone Silva. “E o trabalhador tem direito ao acesso ao lazer e à cultura”, comenta ela, que é uma das idealizadoras do  CINEB.

Cidálio Vieira Santos, coordenador do CineB e Ivone Silva, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

Voltado principalmente à parcela da população que não tem acesso às salas comerciais, o projeto recebe o convite das comunidades para realizar as exibições. Além de formar plateia, procura democratizar o acesso a diferentes formatos. “Se já é difícil achar os longa metragens nacionais, mais difícil ainda é encontrar os curtas-metragens. Se a comunidade tem pouco acesso ao cinema comercial, o que dizer dos festivais, onde é mais comum a exibição dos filmes de curta duração”, questiona Cynthia Alario, diretora da Brazucah Produções.

Mais de 180 títulos de curtas e longas metragens foram exibidos no CINEB.

“Quando voltamos a uma comunidade alguns meses depois com o CINE B, o público é sempre maior que o anterior”, comenta o ex-deputado estadual e um dos idealizadores do projeto, Luiz Cláudio Marcolino. “Isso mostra que o público gosta e confia no CINE B, e cada vez mais novos espectadores tem contato com a cultura brasileira”, completa Marcolino, que também é ex-presidente do Sindicato dos Bancários.

CINEB COMUNIDADE

São cerca de 45 sessões por ano, organizadas em espaços públicos como parques, praças, quadras poliesportivas, ruas e vielas além de entidades da sociedade civil, salões paroquiais, igrejas, condomínios, creches, escolas municipais e estaduais. O CineB oferece toda a estrutura como telão com projeto de alta qualidade, equipamento de som, cadeiras e pipoca para que a comunidade tenha a experiência de uma verdadeira sala de cinema.

CINEB Comunidade: no alto, na EE Irmã Chalita, Grajaú e na quadra ao ar livre no Rio Pequeno, Zona Oeste; no meio, debate na Associação dos Amigo da Água Funda, com a presença do diretor de “Pequeno Segredo”, David Schurmann e na Paróquia Nossa Senhora da Paz, em Itaquera; abaixo sessão na ONG Procedu, Zona Leste, e debate na EE Herbert Bauldus, Zona Sul, com diretor Beto Brant.

CINEB UNIVERSIDADE

Além das exibições comunitárias, o projeto também realiza sessões gratuitas em faculdades e universidades parceiras do CineB. A ideia é utilizar a estrutura que as instituições possuem, como auditórios equipados com projetor digital e som, e transformar esses locais em salas de exibição. Nos 10 anos de projeto foram mais de 63 sessões para aproximadamente 9 mil alunos e professores.

CINEB Universidade: no alto, debate na FIAM/FAAM Vergueiro com diretor Fábio Nunez e sessão na UniSant’Anna; abaixo, Anhanguera Campo Limpo e Anhanguera Vergueiro.

 SELO CINEB DO CINEMA BRASILEIRO

Além das exibições de longas-metragens, também exibimos curtas-metragens em todas as sessões. Como o curta é difícil de encontras e as pessoas manifestavam interesse de ter uma cópia, o projeto criou o SELO CINEB DO CINEMA BRASILEIRO, uma coletânea anual com os curtas preferidos do público. Cada título de DVD é oferecido mediante contribuição voluntária e a sua renda é revertida para os diretores dos filmes e também para as comunidades. Já são 4 DVDs  com 4 ou 5 curtas cada um, que agrada toda a família. Veja AQUI os filmes participantes!

 PRÊMIO CINEB DO CINEMA BRASILEIRO

Desde 2009, o CINEB presta uma homenagem aos filmes que foram exibidos e também às comunidades que receberam e apoiaram as sessões do projeto. Diretores, atores, produtores e lideranças comunitárias participam de uma festa de premiação, em que todos recebem o troféu CINEB  DO CINEMA BRASILEIRO.

Prêmio CINEB: No alto, Cynthia Alario (Brazucah), Marcelo Gonçalves (Diretor de Cultura do Sindicato), Kleber Mendonça (cineasta), Cidálio Vieira (CINEB), Ivone Silva (Presidenta do Sindicato) e Ailton Graça (ator); na sequência, Caio Blat; Negra Li; Lucélia Santos e Gorete Milagres; Falcão, DJ Taíde; e Caco Ciocler.

 

 

 

EQUIPE DO CINEB

Cidálio Vieira Santos (coordenador do CINEB) – Formado em Administração de Recursos Humanos, foi  coordenador de projetos socioculturais nas cidades de São Paulo e Santos. Desde 2006 é integrante da equipe de projetos da Brazucah Produções. Atualmente, além do Cine B, coordena as iniciativas do Cinesolar, o primeiro cinema móvel solar do Brasil, e Cine Comunidade, um circuito itinerante de filmes brasileiros que percorre, sobretudo, periferias da capital, região metropolitana e interior de São Paulo.

 

 Cynthia Alario (sócia-fundadora da Brazucah) – Formada em comunicação social pela USP, especializou-se em Filmand Television Business na FGV-SP e em Educomunicação na USP. O seu TCC de curso desenvolveu o mapa da exclusão cinematográfica paulista e ministrou inúmeros workshops em universidades brasileiros e latino-americanas.

Marco Costa (coord. do CINE B nas Universidades) – Sócio da Brazucah, formado em Publicidade pela USP, especializou-se em planejamento pela ESPM e foi planner digital na agência Clicklsobar.

 

Carlos Rizzo (jornalista do CINEB) –  Formado em jornalismo pela Metodista (Umesp), tem especialização em cultura e comunicação pela ECA/USP e MBA em comunicação e marketing pela Esalq/USP. Trabalha como jornalista do CINE B e repórter deste blog desde junho de 2015.

One comment

  1. Hj tive o privilégio de participar do projeto Cine B.
    Além do reencontro com querido amigo de muitos anos atrás onde militavamos no sindicato dos bancários.
    Ver o projeto Cine B dar certo é entender a importância da arte fazendo o papel de transformação social, considerando o Cine B, como teatro do oprimido de Augusto Bual onde a a arte e mecanismo importante de diálogo para uma sociedade mais justa.

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